Biografia
Sergio Santos
Contratar Sergio Santos é levar para o palco um dos grandes nomes da música popular brasileira contemporânea. Cantor, compositor, violonista e arranjador, Sergio Santos construiu uma carreira marcada pela sofisticação musical, parcerias importantes e reconhecimento da crítica especializada.
Natural de Varginha, no sul de Minas Gerais, Sergio Santos iniciou sua trajetória artística ainda na década de 1980. Em 1982, participou como cantor do espetáculo “Missa dos Quilombos”, obra emblemática criada por Milton Nascimento, um dos maiores nomes da música brasileira. Essa experiência foi fundamental para o início de sua carreira e para o desenvolvimento de sua identidade musical.
A partir desse momento, Sergio Santos passou a aprofundar seus estudos musicais, desenvolvendo suas habilidades como violonista, intérprete, arranjador e compositor. Com uma forte ligação com a tradição da música brasileira, seu trabalho sempre buscou unir sofisticação harmônica com poesia e sensibilidade artística.
Um dos momentos mais importantes de sua trajetória aconteceu em 1991, quando conheceu o renomado poeta e letrista Paulo César Pinheiro. O encontro marcou o início de uma parceria artística duradoura e extremamente produtiva. Juntos, criaram uma obra com mais de 250 canções, consolidando uma das parcerias mais importantes da música brasileira contemporânea.
As composições da dupla foram interpretadas por grandes nomes da música brasileira, como Leila Pinheiro, Joyce, Ana de Hollanda, Alcione, Fátima Guedes, Simone Guimarães, Cláudio Nucci, Olívia Hime e Milton Nascimento. Esse reconhecimento reforça a relevância da obra criada por Sergio Santos dentro da MPB.
Além de Paulo César Pinheiro, Sergio Santos também desenvolveu parcerias com outros importantes compositores da música brasileira, entre eles Olívia Hime, Francis Hime, Márcio Borges, Murilo Antunes, Tavinho Moura, Fernando Brant e André Mehmari.
Em 1995, Sergio Santos lançou seu primeiro álbum, “Aboio”, trabalho que contou com participações especiais do acordeonista Sivuca e do violonista Raphael Rabello, dois grandes nomes da música instrumental brasileira. O álbum recebeu destaque na crítica e foi indicado ao 9º Prêmio Sharp de Música, em maio de 1996.
Dois anos depois, em 1997, Sergio participou do Kaiser Bock Winter Festival, dividindo o palco com artistas importantes como Gal Costa, Guinga e Banda Mantiqueira.
Em 1998, realizou uma turnê internacional passando por sete capitais da Espanha, levando sua música para o público europeu. No mesmo ano lançou o álbum “Mulato”, pela gravadora Pau-Brasil, reunindo sambas compostos em parceria com Paulo César Pinheiro. O disco também foi lançado nos Estados Unidos pela gravadora Blue Jackel.
Em 1999, Sergio Santos se apresentou em Los Angeles, no famoso Hollywood Bowl, considerado um dos palcos mais importantes da música mundial. Também realizou apresentações em San Francisco, no tradicional Herbst Theater.
No ano 2000, participou como cantor convidado da Sinfonia do Rio de Janeiro, composição de Francis Hime. Em 2001, levou sua música ao VIII Festival Internacional de Jazz de Lérida, na Espanha.
Em 2002, lançou seu terceiro álbum, “Áfrico”, pela gravadora Biscoito Fino. O trabalho contou com participações especiais do Grupo Uakti, Olívia Hime, Joyce e Lenine e foi uma celebração da influência da cultura negra na música brasileira. O disco recebeu grande reconhecimento e venceu o Prêmio Rival-BR, em agosto de 2002, como melhor CD do ano no Brasil.
Anos depois, em 2017, o álbum Áfrico foi incluído na Discoteca Básica do Século XXI, organizada pelo Museu da Imagem e do Som, reforçando sua importância histórica dentro da música brasileira.
Em 2004, lançou o álbum “Sérgio Santos”, que contou com participações de Francis Hime e Leila Pinheiro. No ano seguinte, em 2005, apresentou-se em Paris, na sede da Unesco, interpretando novamente a obra Sinfonia do Rio de Janeiro, de Francis Hime, durante o encerramento oficial do Ano do Brasil na França.
Em 2006, levou sua música para os Estados Unidos, participando do Spoleto USA Festival, em Charleston, Carolina do Sul.
Em 2007, lançou o álbum “Iô Sô”, inspirado nas tradições do congado mineiro, com participações especiais de Joyce e Dori Caymmi. Com esse trabalho realizou apresentações internacionais na Itália, Argentina e Uruguai.
Em 2009, lançou seu sexto álbum, “Litoral e Interior”, com participação da cantora Mônica Salmaso e arranjos orquestrais assinados por Dori Caymmi e André Mehmari. A canção que dá título ao disco foi indicada ao Grammy Latino de 2010, na categoria Melhor Canção Brasileira.
Ainda em 2010, realizou uma série de dez apresentações no Japão, no famoso Blue Note Tokyo, como convidado especial da cantora Joyce.
Em 2012, lançou o álbum “Triz”, projeto realizado em parceria com o pianista André Mehmari e o guitarrista Chico Pinheiro. O trabalho recebeu grande reconhecimento da crítica e foi considerado um dos melhores lançamentos do ano.
Com esse projeto, Sergio Santos realizou em 2013 uma turnê por oito cidades brasileiras, consolidando ainda mais sua presença nos palcos do país.
No final de 2013, lançou o álbum “Rimanceiro”, inicialmente no Japão pela gravadora Impartment e posteriormente no Brasil pela Biscoito Fino. O trabalho celebrou 20 anos de parceria com Paulo César Pinheiro e foi apresentado em diversos shows pelo Brasil com excelente recepção do público e da crítica.
Mais recentemente, em 2019, lançou o álbum “São Bonitas as Canções”, pela gravadora Kuarup. O disco traz Sergio Santos como intérprete e foi gravado com um quarteto formado por André Mehmari, Rodolfo Stroeter, Nailor Proveta e Tutty Moreno, reunindo alguns dos mais respeitados músicos da cena instrumental brasileira.
Por toda essa trajetória, contratar Sergio Santos é garantir um espetáculo musical de alto nível artístico, ideal para teatros, festivais, eventos culturais e apresentações especiais de música brasileira.
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